Os gastos com segurança são os que mais pesam na hora do cálculo do valor da taxa de condomínio em um edifício corporativo. “Esse é o item principal, podendo variar entre 20% e 35% do custo final. Num segundo grupo estão água, energia elétrica e manutenção e, em terceiro, limpeza, prevenção e combate a incêndio e área administrativa”, afirma Stela Hirata, diretora Sênior de Gestão de Propriedades. Segundo ela, essa ordem não é estática e pode ser alterada em função do tipo do empreendimento e das prioridades do proprietário ou dos inquilinos.

Stela explica que o fluxo de pessoas e veículos e a quantidade de acessos ao prédio são itens determinantes para a operação de segurança. “Por isso, não significa que um edifício maior terá mais gastos. Não é necessariamente o tamanho que temos de levar em consideração, mas sim a sua complexidade”. Edifícios com áreas construídas bem diferentes poderão ter gastos com segurança patrimonial semelhantes, se ambos tiverem os mesmos acessos para pedestres e veículos.

A diretora acrescenta que a tecnologia é hoje uma aliada que ajuda a diminuir tanto os custos com segurança quanto em relação ao consumo de água e energia, sobretudo nos edifícios mais modernos e sustentáveis.