O Open Space, associado à uma política de home office, pode reduzir em cerca de 20% o uso dos espaços corporativos. Essas duas práticas vêm se tornando tendência no Brasil, geram eficiência e otimizam a ocupação dos escritórios. “Praticamente todos os tipos de inquilinos com os quais trabalhamos estão apostando nesses modelos de trabalho”, afirma Arthur Sylos Berni, gerente de Novos Negócios da Cushman & Wakefield.

O Open Space, na tradução literal, “espaço aberto”, nada mais é do que o compartilhamento do mesmo local de trabalho por todos os funcionários. Seu modelo elimina o excessivo número de salas fechadas e individuais e locais reservados somente para reuniões. “Todos convivem num ambiente com poucas divisórias, por exemplo, e dependendo da função e do tipo de serviço que prestam, dividem os pontos de trabalho”, afirma Berni. O home office, segundo ele, vem sendo aplicado em inúmeras empresas em uma proporção de 20% da carga horária semanal. “Essa porcentagem vem se mostrando saudável e equilibrada para as empresas, em termos de produtividade, e benéfica para os colaboradores, que ganham em qualidade de vida”, explica o gerente.