Após um primeiro trimestre de absorção líquida positiva de 5,7 mil m², o mercado de escritórios corporativos nas classes A e B de Salvador registrou índice negativo de 2,3 mil m² no segundo trimestre de 2017. Em Recife, a absorção líquida fechou o trimestre em – 1,1 mil m², repetindo o mesmo desempenho do período anterior.

Em Salvador, o preço pedido médio do metro quadrado para locação ficou cotado em R$ 44,5 ao mês, um aumento de 1,9% em relação ao primeiro trimestre. A taxa de vacância sofreu incremento de 1,6 ponto percentual, fechando junho em 25,3%. “Esse aumento de espaços vagos na capital baiana se deve à saída de inquilinos do mercado e à entrada de mais de 7,7 mil metros quadrados de novo estoque no segundo trimestre”, afirma Gustavo Garcia, Head de Pesquisa e Inteligência de Mercado.

Já em Recife, o preço pedido médio foi de R$ 49,8 por m² ao mês, valor 1,2% menor se comparado ao primeiro trimestre. A taxa de vacância na capital pernambucana subiu 0,3 ponto percentual no período, fechando em 28,3%. “Não houve entregas no segundo trimestre. Porém, com a previsão de 46 mil m² de novo estoque durante o segundo semestre, a tendência é de elevação da taxa de vacância”, afirma Garcia.