São Paulo registrou absorção líquida positiva e queda de vacância em setembro

O mercado de condomínios logísticos Classes A e A+ do Estado de São Paulo registrou absorção líquida positiva de 28,1 mil m² em setembro, contra um índice negativo no mês anterior de 34,4 mil m². “As regiões que mais contribuíram para o bom desempenho de setembro foram Cajamar e Jundiaí, com aproximadamente 15 mil m² de novos espaços ocupados”, afirma Jadson Mendes Andrade, Head de Pesquisa e Inteligência de Mercado para América do Sul.

Como não houve entrega de novos empreendimentos, a taxa de vacância recuou 0,3 p.p., na comparação mensal, fechando setembro m 24,2%. Porém, para os próximos meses a expectativa é de que a vacância suba devido à entrega de novos estoques em Atibaia e Jundiaí; O preço médio pedido para locação ficou estável, cotado em R$ 19,21 por m² ao mês.

 

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No Rio de Janeiro, o mercado Classes A e A+ de condomínios logísticos continua lento devido aos efeitos da crise econômica. A absorção líquida mensal voltou a fechar o mês negativa (-18 mil m²). Algumas empresas que saíram das regiões de Duque de Caxias e Santa Cruz/Campo Grande explicam esse resultado. Dessa forma, a taxa de vacância subiu 1,1 p.p. e terminou o mês em 34,3%.

O preço médio pedido para locação apresentou um aumento marginal de R$ 0,09, fechando setembro em R$ 21,11 por m² ao mês. “Devido ao cenário político atual, é muito difícil que grandes transações ocorram no Rio de Janeiro até o final deste ano. Além disso, esperamos uma nova entrega no último trimestre em Santa Cruz/Campo Grande, o que deve resultar em um aumento na taxa de vacância, que poderá superar os 35% em propriedades classe A e A+, o mais alto registrado na série histórica”, afirma o Head de Pesquisa e Inteligência de Mercado.

 

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