Mercado corporativo de alto padrão de São Paulo registra segunda maior absorção líquida do ano

O principal destaque em outubro no mercado corporativo de São Paulo foi o alto volume de absorção líquida verificado nas classes A e A+: 22,7 mil m², o segundo maior registrado no ano. “Esse resultado foi inferior apenas ao verificado em julho, quando a absorção líquida atingiu 41 mil m²”, afirma Jadson Mendes Andrade, Head de Pesquisa e Inteligência de Mercado para América do Sul. A taxa de vacância apresentou queda de 0,7 p.p em relação a setembro, fechando o mês de outubro em 21,95%. O preço médio pedido para locação por metro quadrado ao mês ficou no mesmo patamar do mês anterior, encerrando outubro em R$ 89,50.

 

 

Não houve entrega de novo estoque no Rio de Janeiro, o mercado de escritórios de alto padrão mostrou pequenos sinais de recuperação. Em outubro, a taxa de vacância registrou uma redução na comparação mensal de 0,6 p.p, fechando em 39,9%. Essa redução marginal foi causada pela absorção líquida de 8,7 mil m² nas regiões da Orla e da Zona Sul. “Apesar disso, o cenário no mercado carioca ainda é desfavorável no curto prazo; entretanto, vale destacar que ocupações significativas mantiveram a absorção líquida positiva ao longo do ano”, explica Mendes. O preço médio pedido para locação por metro quadrado ficou cotado em R$ 104,62, uma desvalorização mensal de 0,6%.