Absorção líquida em São Paulo – Mercado corporativo Classe AA+

O mercado corporativo Classe A e A+ de São Paulo registrou, em julho, a maior absorção líquida desde fevereiro do ano passado. Foram 41 mil m² de novos espaços ocupados, contra 21 mil m² no mês anterior. A taxa de vacância em julho fechou em 22,9%, uma queda de 1,33 p.p em relação a junho. “Isso se deve, em grande parte, à inauguração do Cubo-Itaú, à entrada parcial da Uber na Vila Olímpia e à ocupação da Unilever na Chucri Zaidan. Essas transações foram responsáveis ​​por mais de 34 mil m² absorvidos pelo mercado”, afirma Jadson Mendes Andrade, Head de Pesquisa e Inteligência de Mercado para América do Sul. O preço médio pedido para locação por metro quadrado ao mês caiu de R$ 91,60, em junho, para R$ 91, em julho, uma diferença de 0,61%.

Absorção Líquida x Preço Pedido - SP

Fevereiro de 2017 55.432 m²
Julho de 2017 21.263 m²
Junho de 2018 21.038 m²
Julho de 2018 41.022 m²

Fonte: Cushman & Wakefield

 

Absorção líquida em Rio de Janeiro – Mercado corporativo Classe AA+

No Rio de Janeiro, o mercado de escritórios de alto padrão registrou taxa de vacância em julho de 39,1%, o que representa uma redução de 0,5 p.p. em comparação com o mês anterior. O preço médio pedido para locação fechou em R$ 104,60 por m² ao mês, com uma queda de 1,98% se comparado a junho. “Os valores dos aluguéis ainda tendem a cair no curto prazo no mercado carioca por conta da elevada taxa de vacância”, afirma Andrade.

Absorção Líquida x Preço Pedido - RJ