Com estudo de mercado, não existe resultado ruim. A afirmação é da equipe de Avaliações do escritório de São Paulo da Cushman & Wakefield. E, a explicação é baseada em mais de 20 anos de expertise nessa modalidade de serviço: se o estudo de mercado comprovar a viabilidade do projeto, o cliente poderá ter um retorno financeiro alto. Caso demonstre o contrário, o mesmo deixará de investir em um projeto sem expectativas de sucesso e, consequentemente, fará uma substancial economia.

shutterstock_219530599Segundo Joana Silva, gerente Sênior de Projetos Especiais, a análise de viabilidade tem início com os números e não com o formato/tipologia do empreendimento. “Usando um modelo econômico é possível testar as premissas mercadológicas que podem viabilizar ou não o projeto, trazendo noções de perfil de produto, preço, cronograma e outros indicativos”.

A gerente Sênior cita como exemplo das vantagens do estudo de mercado o caso de um proprietário em São Paulo que tinha a intenção de desenvolver um edifício corporativo com expectativa de atingir uma cotação de R$ 120 o m² ao mês para locação. “Utilizando nossas metodologias e projeções, identificamos na época, em 2011, que o mercado para o segmento pretendido não seria favorável, uma vez que a nossa perspectiva de preço de aluguel para o ano de entrega do empreendimento era de R$ 80/m² ao mês”.

Como alternativa, a Cushman & Wakefield recomendou que o projeto estivesse voltado para o segmento residencial com serviços, já que na região onde o terreno se encontrava não havia lançamentos recentes e a oferta de imóveis com essas características era muito baixa. O cliente, de acordo com Joana Silva, seguiu as recomendações da consultoria. “O resultado foi a concretização de um produto que se tornou um sucesso de vendas e um cliente satisfeito e fidelizado à nossa empresa”.