Em maio, a absorção líquida no mercado corporativo Classe AA+ de São Paulo foi de 16,6 mil m², o que representa um aumento de 78,5% em relação a abril (9,3 mil m²). Esse índice foi responsável pela queda mensal de 0,4 p.p. na taxa de vacância, que fechou o mês de maio em 24,6%, contra 25% em abril.

Essa queda na taxa vacância vem sendo observada desde o ano anterior, quando o mercado registrou 29,3% em dezembro de 2016 e 24,1% em dezembro de 2017. “Em virtude do aumento de volume da absorção líquida, a vacância mantém sua tendência de queda no mercado paulistano. Em março, a representatividade dos espaços vagos era de 25,3%”, afirma Jadson Mendes Andrade, Gerente Sênior de Pesquisa e Inteligência de Mercado para América do Sul.

O preço médio pedido para locação por metro quadrado ao mês permaneceu estável, em R$ 91,85, se comparado ao mês anterior. “Nossas análises também indicam que o volume de absorção líquida continuará pressionando a taxa de vacância para baixo”, diz Andrade.